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Ao fazer uma viagem você pensa todo o roteiro, para comprar uma casa planeja-se o orçamento, para calcular algum objetivo projeta-se o que fazer, então, por que, na sua empresa, deixar o planejamento de lado e não executar com maestria?

As respostas são as mais variáveis possíveis! Vão de total desconhecimento sobre o tema ao crescimento exponencial da empresa, no qual o número antes planejado foi superado em pouquíssimo tempo e o planejamento de três meses atrás se tornou obsoleto.

Esse é um artigo que relutei muito para ao escrever, visto que é o calcanhar de Aquiles em muitas empresas, a qual incluo a DoctorFit.

Quando você inicia um negócio, sua primeira tarefa é entender onde está, para onde quer ir e como quer chegar lá.

Há grande dor dessa questão é que a maioria dos empreendedores não ter essa clareza de como fazer esse planejamento, deixando assim, nas mãos da própria, sorte o crescimento do negócio.

Você pode encontrar várias maneiras de desenhar um planejamento estratégico: planejamentos de 3 meses, 3 anos ou 10 anos. O que importa de verdade é o monitoramento sistemático após o planejamento.

Gerir um negócio, vai muito além de ter força de vontade para trabalhar de sol a sol; é estudar como planejar o crescimento de maneira correta, descobrir que ferramentas precisa para ajudá-la no crescimento, quanto deve dedicar de tempo para essa ação e em quanto tempo quer chegar lá.

Assim, nosso tema de hoje será: planejamento e monitoramento sistemático.

Se você falha em planejar, está planejando em falhar. (Benjamin Franklin)

Tópico 1 – Enfrenta grandes desafios, agindo por etapas

Não é nenhum segredo que a rotina do empreendedor é solucionar desafios, diga-se de passagem, cada vez maiores, e esses desafios servem de alavanca para evolução cultural e de espírito do empreendedor.

Mas o erro mais comum nesse ponto é querer resolver tudo na mesma hora, sem estar preparado para uma tomada de decisão consciente e com espírito forte.

Uso um jargão em meu dia a dia como empreendedor: cuide do que é palpável, separando por etapas e jornadas.

Na prática isso significa não decidir nada sem muita informação, segurança e tempo.

Sobre separar por etapas, na maioria das vezes os grandes desafios tornam-se pequenos quando observados depois de cinco anos.

Faça uma autoanálise agora: com o seu conhecimento atual, aquele problema de cinco anos atrás continua assustador?

Caso diga que sim, se pergunte se o que falta não é apenas conhecimento para dividir em etapas esse problema.

Caso você diga que não, a lógica que segue, nos mostra que o que faltou foi apenas experiência para solucionar aqueles problemas em etapas; e essa experiência colecionamos com conhecimento e erros.

Dessa maneira, qualquer grande desafio deve ser dividido em etapas, em pequenas ações que devem ser feitas regularmente.

Tópico 2 –  Adequa rapidamente seus planos às mudanças e variáveis de mercado

Nunca esteve tão em voga o termo “readequar os planos”.

Gerenciar o financeiro corretamente com as entradas enfraquecidas, manter o relacionamento com os clientes para uma volta de mercado, desenvolver resiliência para continuar prospectando, cuidar do espírito dos liderados para continuar motivados, enfim, o ano de 2020 para o empreendedor está sendo atípico e desafiador.

Mas, diante desse cenário o único ponto de continuidade que jamais deve deixar de existir é adaptar o planejamento mantendo assim, a saúde financeira do negócio.

Eu entendo e tenho total clareza que é muito mais fácil escrever do que viver, mas, garanto a você que tudo que escrevo foi vivido na pele, sentido na casta, portanto, essas variáveis de mercado fazem você ter a disciplina de gerir o negócio de maneira muito mais ágil.

Nesse momento, a adaptação ao corona vírus foi inevitável, uma questão de sobrevivência ou falência.

A grande verdade é que as empresas devem se renovar de tempos em tempos, seja por motivo de atraso, ajuste de tecnologia, inovação, para corrigir algum erro do processo de planejamento ou para criar um outro braço dentro ou mesmo com o intuito de se desenvolver um novo modelo com qualidade e menor custo.

Relembrando a célebre frase do professor Leon C. Megginson: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

Tópico 3 –  Acompanha os indicadores financeiros e os leva em consideração no momento de tomada de decisão

Indicadores financeiros são métricas de desempenho de tomada de decisão.

Entender de maneira clara que esses indicadores servem para decidirmos estratégias e planos de ação, faz com que as decisões tenham menor risco de erro.

Se o setor de marketing e vendas é o coração da empresa o financeiro é o cérebro.

Sem um financeiro seguro e transparente, as ações de tomada de decisão acontecem nebulosas, por isso, dá-se a importância de ter métricas claras para agir.

Para ser um gestor eficiente na empresa, é fundamental conhecer, aprender e ter previsibilidade sobre a situação financeira da empresa. A empresa ganhará autonomia para visualizar suas próximas estratégias e planos de ação.

Finalizando com William Deming: “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia!”

Até semana que vem!

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